sexta-feira, 20 de novembro de 2009

EE AURORA F VIANNA É DESTAQUE EM TELEJORNAL

PROJETO ECONOMIZANDO ÁGUA
EE PROF. DONA AURORA FERRAZ VIANNA DOS SANTOS - JABOTICABAL


A escola recebeu o prêmio do Instituto da Cidadania Brasil pelo "Projeto Reaproveitando a água"

 
Assista a reportagem


Matéria exibida no Jornal Regional da EPTV - Ribeirão Preto



terça-feira, 17 de novembro de 2009

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Para que os estudantes de EJA aprendam a ler e a escrever, é preciso respeitar algumas especificidades e acionar quatro situações didáticas

O processo de alfabetização das turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) está ancorado em práticas indispensáveis de leitura e escrita que também são desenvolvidas com as crianças das séries iniciais do Ensino Fundamental. Isso não quer dizer que o professor vá trabalhar lançando mão dos mesmos materiais e estratégias com públicos tão distintos. Não faz sentido. Esse é, inclusive, um dos motivos que levam os mais velhos a fracassar e abandonar a escola (leia abaixo os depoimentos de três alunos dessa modalidade).
Embora exista uma variedade considerável de bons materiais organizados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelas secretarias estaduais e municipais do país (disponíveis gratuitamente na internet), muitos educadores ainda recorrem aos livros usados pela criançada. Um dos motivos é a falta de formação específica. A maioria das faculdades de Pedagogia negligencia a EJA e não prepara os educadores para lidar com as especificidades da modalidade. Estudo encomendado por NOVA ESCOLA à Fundação Carlos Chagas no ano passado aponta que lecionar para jovens e adultos é um fato abordado somente em 1,5% das disciplinas do currículo de Pedagogia.
                



 Joel dos Santos, Geralda Lourenço e Manoel Pinheiro

Fotos: Tatiana Reis e Jarbas Oliveira


Adoro ir à biblioteca da escola. Atualmente, estou lendo obras que falam sobre a música brasileira."
Joel dos Santos, 30 anos, aluno do Colégio Santa Cruz, na capital paulista

"Quando a professora escreve o que os alunos ditam, aprendemos como as palavras são escritas."
Geralda Lourenço, 67 anos, aluna do Centro Educacional Sesc Ler, em Quixeramobim, CE

"Gosto das aulas em que a professora lê para a turma porque aprendo coisas sobre o mundo."
Manoel Pinheiro, 82 anos, aluno do Centro Educacional Sesc Ler, em Quixeramobim, CE

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REVISÃO DE TEXTOS NO COMPUTADOR


Na hora de revisar, o computador é o melhor instrumento para explorar várias maneiras de aperfeiçoar um texto sem perder tempo

Plano de aula

Sequência didática: Adaptação de conto para peça teatral

Em vez do lápis, da borracha e das canetas coloridas, o mouse e o teclado. Essa é uma troca bastante vantajosa quando o objetivo é explorar vários aspectos da revisão. Para isso, basta um computador simples, que tenha um programa editor de texto, como o Word.

Um dos primeiros ganhos que a máquina proporciona é a liberdade para trabalhar as questões relacionadas ao formato da produção de acordo com o gênero, sem que para isso os alunos tenham de reescrever todo o material. É possível pedir a eles, por exemplo, para transformar um conto em uma peça teatral (leia o projeto didático). Também é válido propor à garotada revisar um conto conhecido por todos, que tenha sido reescrito por outra turma e esteja sem a paragrafação correta, apresentando falhas de pontuação ou muitos termos repetidos. Assim, como sinalizam as pesquisadoras Emilia Ferreiro e Sonia Luquez no texto La Revisión de un Texto Ajeno Utilizando un Procesador de Palabras (A Revisão de um Texto Alheio Utilizando um Computador), é possível analisar onde e como a garotada intervém (e se intervém, já que identificar o que está bem colocado é uma parte importante da revisão), quais termos incorpora ao material ou se insere modificações em relação aos aspectos discursivos.

O trabalho com o computador também confere praticidade à execução das revisões que o autor julga serem válidas em seu próprio texto e das que forem sugeridas por você. Esse é um dos benefícios explorados por Luis Junqueira, que leciona Língua Portuguesa para o 6º e o 7º ano na Escola Castanheiras, em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. Depois que os alunos finalizam uma produção, ele registra comentários nos arquivos, parágrafo a parágrafo (leia os quadros abaixo, com trechos de produções individuais de alunos do 6º ano). Sem intervir diretamente no material, o educador sugere aos autores adequar trechos, melhorar a pontuação, detalhar a descrição de uma cena e eliminar palavras repetidas, entre outras modificações. "A evolução de cada texto fica nítida quando as primeiras versões são comparadas à final", diz Junqueira.


Para ler toda a matéria, clique aqui




Quer saber mais?

CONTATOS
Escola Castanheiras, Al. Castanheiras, 250, 06543-510, Santana de Parnaíba, SP, tel. (11) 4152-4600
Renata Pontual Ikeda

BIBLIOGRAFIA
Histórias Extraordinárias, Edgar Allan Poe, 272 págs., Ed. Companhia das Letras, tel. (11) 3707-3501, 20 reais

INTERNET
Texto La Revisión de un Texto Ajeno Utilizando un Procesador de Palabras (em espanhol)

Fonte: Revista Nova Escola - Novembro/2009

TUDO SOBRE PRODUÇÃO DE TEXTO



Todos devemos ter um objetivo prioritário: fazer com que os alunos aprendam a produzir bons textos. Por isso, reunimos nesta página o melhor e mais completo material para ajudá-lo a aprimorar o ensino desse conteúdo.
 Organizado em dez capítulos, a revista Nova Escola preparou um guia com mais de 120 links para reportagens, vídeos, planos de aula, entrevistas, artigos, citações e portfólios especialmente produzidos para você. Clique aqui e boa leitura!

sábado, 14 de novembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

DE JABOTICABAL É DESTAQUE EM MATÉRIA DO SITE ACESSA ESCOLA

O Programa Acessa Escola avança cada vez mais em prol de seu maior objetivo, a disseminação da informação contida na rede, visando um contínuo processo de Inclusão Digital. Nesse contexto, no último dia 8 de novembro, 14.986 jovens do interior prestaram a prova de seleção para estagiários do Acessa.

Esse processo de seleção envolve uma gama enorme de escolas e cidades. Os números são impressionantes. Os estagiários aprovados serão direcionados para trabalhar em 1.041 escolas, localizadas em 406 municípios diferentes, contidos nas seguintes Diretorias de Ensino:

Adamantina; Andradina; Apiaí; Araçatuba; Assis; Barretos; Bauru; Birigui; Caraguatatuba; Catanduva; Fernandópolis; Franca; Guaratinguetá; Itapeva; Itararé; Jaboticabal; Jales; José Bonifacio; Lins; Marília; Miracatu; Mirante do Paranapanema; Ourinhos; Penápolis; Pindamonhangaba; Piraju; Presidente Prudente; Registro; Santo Anastácio; São Joaquim da Barra; São José do Rio Preto; Sertãozinho; Taquaritinga; Taubaté; Tupã e Votuporanga.

As provas foram compostas por trinta questões de múltipla escolha, com cinco alternativas, sendo apenas uma a correta. Língua portuguesa, conhecimentos matemáticos, conhecimentos básicos de informática/Internet e conhecimentos gerais, fizeram parte do conteúdo requisitado. O tempo máximo para a realização da prova foi de três horas (das 13h às 16h).

A Diretoria de Ensino de Ourinhos absorve treze municípios da região, com um total de 31 escolas. 380 alunos se inscreveram para o processo de seleção dos novos estagiários do Programa. Lucilene Silvestre, Professora Coordenadora da Oficina Pedagógica da DE, destacou as escolas com mais inscritos, além de contar um pouco sobre o dia da prova.

“A EE Miguel Prianti, do município de Bernardino de Campos, a EE Dr. Ernesto Fonseca, do município de Chavantes, e a EE José Augusto de Oliveira, aqui de Ourinhos mesmo, foram as que tiveram mais inscritos, em média, 20 alunos. E a prova ocorreu sem maiores problemas. Os alunos chegaram cedo, mais de uma hora antes do início da prova e, às 15h30min, a maioria já havia terminado”, disse.

A PCOP de Ourinhos ainda fala sobre a importância do Acessa Escola para as escolas, alunos, professores e todos que irão usufruir do Programa.

“Trabalho na Diretoria de Ensino desde 2000. Em 2003, começamos a incluir nas salas de informática, o aluno monitor. Vimos que os professores ficaram mais seguros em usar, o andamento das salas de informática melhorou. Mas como eles não eram remunerados, saiam quando surgisse qualquer trabalho. Agora, com os estagiários remunerados, o processo de tecnologia na educação se fecha. Há uma valorização’’.

Já a Diretoria de Ensino de Jaboticabal absorve vinte e oito escolas em sua estrutura. Dez cidades da região são representadas: Bebedouro, Guariba, Guatapará, Jaboticabal, Monte Alto, Monte Azul Paulista, Pradópolis, Taiúva, Taiaçu e Taquaral. Renata Ribeiro, Professora Coordenadora de Tecnlogia, Supervisora do Acessa Escola da DE, conta mais sobre a participação dos alunos no processo de seleção.

“Tivemos 419 alunos que fizeram a prova. Como temos dez cidades em nossa DE, montamos dois pólos principais para a realização das provas, Jaboticabal e Bebedouro. Foram ao todo 12 salas e não tivemos problemas. Foi tudo tranquilo e os alunos respeitaram o tempo limite para terminar a prova”, afirmou.

E a importância do Acessa Escola? Claro, Renata também expôs sua opinião. “O Programa vem de encontro a tudo que eu sempre quis, ou seja, uma sala com computadores organizada, com alguém orientando os professores quando forem lá. Vejo o Programa muito bem estruturado, parece que foi pensado em tudo. Estou muito otimista, não vejo a hora que comece”, contou.

O gabarito da prova já está disponível no site da Fundap Clique aqui para baixá-lo. No dia 25/11, também no site da Fundap e no Diário Oficial, será divulgada a relação dos candidatos classificados.